Afinal, o que te fragiliza? É o passar de uma vida ou o a saudade
trazida pela brisa?
O lamuriar dos anos a dedilhar meses, deuses e dias, atormenta a labuta desta infinda crença,
Daquele que, orando, pensa, em islâmica súplica e pouca sapiência, que demência rima com sofrência,
Mas que a dura verdade é a que vem da vivência, de atropelos e inconsequências
Que trazem de volta, que nem maré, as mácula, dores e escaras que um dia,
O nosso livre arbítrio, ao mar da vida, jogou, abandonou, desprezou e agora voltam como mensagens em garrafas,
A trazerem lembranças, esperanças, vacâncias...
J R Messias
O lamuriar dos anos a dedilhar meses, deuses e dias, atormenta a labuta desta infinda crença,
Daquele que, orando, pensa, em islâmica súplica e pouca sapiência, que demência rima com sofrência,
Mas que a dura verdade é a que vem da vivência, de atropelos e inconsequências
Que trazem de volta, que nem maré, as mácula, dores e escaras que um dia,
O nosso livre arbítrio, ao mar da vida, jogou, abandonou, desprezou e agora voltam como mensagens em garrafas,
A trazerem lembranças, esperanças, vacâncias...
J R Messias


