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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Infinito

Proponho-te um paralelismo amoroso
em um contexto triangular
tendo um quadrilátero como pousio
na álgebra coerente de um amor circular

Na geometria destes versos
argumento com meus dígitos
quão exato é a desproporção
do sentimento e da ilusão

No desvario dessa inexatidão amorosa
busco um denominador comum
que contemple ao mesmo tempo tanta saudade
na relação direta dessa randômica solidão

Solidão que, cartesianamente
tal qual um conjunto vazio
insiste nesta ignóbil interseção 
de corpos e paixões que paralelamente
teimam em se encontrar no infinito.


                                      J. R. Messias

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