Por arredias vielas,

onde a dor se esconde
por entre rostos debruçados em janelas,
lanço impropérios na solidão
destes becos mal iluminados,
numa austera mendicância amorosa,
a implorar um pouco de teu pão,
de teu chão ou até mesmo de teu mundo cão,
um pedaço qualquer de ilusão,
que atenue esta saudade, terrena e territorial
de um amor recessivo, que versejo
pelos muros caiados da vida,
lembranças avarandadas e urdidas
por tantos prelúdios que a ti dediquei,
como sincopes espraiadas
pelas lembranças dessa paixão ortodoxa,
delicada e eternizada.
J. R. Messias
onde a dor se esconde
por entre rostos debruçados em janelas,
lanço impropérios na solidão
destes becos mal iluminados,
numa austera mendicância amorosa,
a implorar um pouco de teu pão,
de teu chão ou até mesmo de teu mundo cão,
um pedaço qualquer de ilusão,
que atenue esta saudade, terrena e territorial
de um amor recessivo, que versejo
pelos muros caiados da vida,
lembranças avarandadas e urdidas
por tantos prelúdios que a ti dediquei,
como sincopes espraiadas
pelas lembranças dessa paixão ortodoxa,
delicada e eternizada.
J. R. Messias
Amei o seu poema! parabéns:)
ResponderExcluirBeijos...Boa noite!
Grato, querida Cidália.
ExcluirGosto de todos os seus poemas mas esse aí "lacrou".
ResponderExcluirPra mim está perfeito, professor!
Um abraço!
Pelo que já li pelas "webs" das, esse "lacrou" me parece um elogio...
ResponderExcluirObrigado de qq jeito. Abraços.
Que lindo,
ResponderExcluirIntenso e delicado,
gostei muito
beijos