Neste subjugado ato,
atmo de uma eloquente paixão,
locus de certa harmonia,
destro eu esgrimo com o cotidiano
desta saudade esquiva e perfunctória,
a emanar teu doce perfume,
lembrança atrelada aos altiplanos desta paixão
como palafitas encravadas
a beira dos rios da solidão.
J. R. Messias
O texto não se vê, ou melhor, vê-se muito mal!
ResponderExcluirGratidão por todos vós. 6 anos...
Beijos e uma excelente semana.
Acho que agora tá no jeito. Grato, Cidália.
ExcluirUm poema mto bem escrito e mto erudito.
ResponderExcluirGostei da comparação dos altiplanos da paixão às palafitas encravadas. E resta solidão?
Abraços.
Grato, Céu e desejo um bom verão e merecidas férias.
ResponderExcluirAbraços.
Olá, Messias!
ResponderExcluirAssino embaixo do comentário de Céu, que sabe muito bem o que fala. É um lindo poema! Como em tudo na vida, com altos e baixos.
Um abraço.
Amor multifacetado, seja na cama, na grama ou na lama...
ExcluirAbraços.
Bom dia, o poema é belo e perfeito nas comparações.
ResponderExcluirAG
Agradeço vossas palavras, poeta.
ExcluirAbraços.