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domingo, 9 de março de 2014

Solene


A fuga de uma dolorosa paixão,
fraciona em frágeis fragmentos sentimentais
uma frenética ilusão de apartar-se de vez
dessa sua infame frieza.

Paixão cultivada no ardil dos tempos,
segredado no silêncio das estepes, 
cantado nas rimas de tantos versos e
agora silenciado pela solenidade 
de teus vis caprichos de mulher.

A sonoridade da dor que grita em meu ser
é incapaz de alcançar teu eupátrida coração
legando, dessa forma, ao meu,
o solene abandono de um amor outonal
e pra sempre, cativo ao teu.



                              J. R. Messias

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