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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Chuva das duas


Chuva vesperal,
que cai, conduzida 
por alísios ventos
e que, ao solo, se esvai.

Trazes frescor, alento
e também sofrimento,
numa convectiva origem,
úmida, intensa, ao setentrional
inverno, a demarcar.

Numa nebulosa sincronia,
e um trovejar intenso,
nos convida a refestelar 
e numa boa rede, 
nossa sonolência, repousar

E quando ela findar e 
o dia fenecer em um 
belo entardecer, a praça irei,
saborear um fumegante tacacá.


             J. R. Messias


Imagem: www.forumdigitalfoto.com


12 comentários:

  1. Lindo esse poema!
    Ainda mais que fala em chuva e eu adoro a chuva!
    Temporal com certeza que nos traz sofrimento..Mas uma chuvinha só para descontrair vale muito a pena.

    Abraços

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    1. Grato pelo comentário e por seguir-me. Certeza que terei o mesmo prazer em segui-la, Edith.
      Abraços.

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  4. Deliciosos e refrescantes versos poeta, um pouco ausente da net ultimamente mas saudosa de teu blog, bjs

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    1. Lembranças úmidas, preguiçosas e carregadas de saudades.
      Abraços, NLC.

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