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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Poema dela.






A princípio, hermética, criteriosa quase criptografada um ser 

lampejante nas expressões imagéticas que, tal qual uma 

fêmea selvagem, atrai suas presas pela solidez de seu olhar 

e magnetismo de seu sorriso quase lacônico. Expressão 

absoluta de quem perscruta, sorrateira, seu alvo uma 

predadora que sucumbe suas vítimas com, o poder de suas 

palavras e as garras de sua eloquência até a submissão ao 

               seu nicho poético de prazer e imensidão.                                                      




J. R. Messias

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