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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Máscaras



A mim chegastes, como um belo espetáculo
de cores, promessa e diversão,
armou sua lona e nela escondeu 
seus segredos e minha perdição.
Na magia da ribalta, em nosso picadeiro,
mostravas a maestria  prestidigitadora 
dos gestos amorosos, tendo a fanfarra da paixão,
ao ditar o ritmo desse amor.
Mas, com a dicotomia emocional de um palhaço,
tirastes  de teu rosto, a máscara do amor
e de cara limpa exibistes a tua verdadeira face
de tristeza e dor, que de mim ocultou.
Então, sorrateiramente, abandonaste-me
no picadeiro desta vida, sem ribalta,
sem fanfarra  e nem o purpúreo brilho do teu ser.


                      J. R. Messias

4 comentários:

  1. Olá J.
    As máscaras usadas nas diferentes situações podem escondem medo e também a carater duvidoso de quem as usa.
    Sobre a princesinha escondida: sua filha não deixa de ter razão
    Agora um recado: Célia Lima agradece seu carinho na brincadeira lá no Ostra, mas teve alguém que entendeu mal e ela disse que ainda nem viu direito suas poesias.
    Abraços menino

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  2. Grato pelo seus valiosos comentários, Vall. Quanto a esse comentário da Célia, vou dar uma olhada só para conferir, afinal, são poucas as pessoas que se dispõe a ler o que escrevo aqui no Solidariedade como as duas Lus (Mansanaris e Nogfer), Tu, e a Patrícia Pinna. Não gosto de ir no blog dos outros e deixa meu endereço. Quem tiver curiosidade que procure, acho melhor assim.
    Um abração, Vall.

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  3. eita: cometi uns errinhos de digitação, peço perdão por isso Messias...

    Quis dizer que a mentira não SE SUSTENTA e que os DIAS estão curtos...

    Sinto mesmo pela rasura, abraço, lu.

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